segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Carol Negra - puta da afonso pena (a partir de maio 2013)

Gostei da história de comer puta de rua. Decidi que faria aquilo mais frequentemente.

Mês seguinte a comer a loira nariguda voltei a dar uma passeada pela Afonso Pena a noite depois de deixar a patroa em casa.

Umas voltas depois tava fraco o movimento. Foi ai que me deparei com uma puta negra perto dos bombeiros. Peituda, muito mas muito peituda. Gordinha também.

Bom, nunca tinha comido nenhuma negra. E aqueles peitos eram enormes, contando que ela não tirasse a roupa toda, podia facilmente mamar neles enquanto ela me mamava.

Pedi informações. Era bem comunicativa, falando alto, chiclete na boca. Era 20 o boquete no carro e 40 o programa. Isso mesmo, vintão o boquetao no carro. Perguntei onde era, ela me disse por alto que era lá no final da avenida, numa rua lateral. Bora então!

No caminho pra lá vi que ela era bem gordinha, mas nada que prejudicasse meu pau que tava torando. Os peitos dela eram enormes, eu passei a mão por cima do vestido dela. Ela falava muito, sacanagens e tal e eu não curto muito, mas passar a mão naquelas tetas enormes enquanto subíamos a rua, tava me deixando louco.

O local dela era bem discreto mesmo. Ela perguntou o que seria e eu disse que seria um boquete. Mas antes mamei naquelas tetas gigantes enquanto ela batia uma punhetinha. A vagabunda caiu de boca no meu pau. Ela engoliu tudo com força, sem nem pensar. Ficou ali naquele vai e vem enquanto eu pegava nos peitos e na bunda enorme e gorda dela.

A vagabunda pediu leitinho depois de uns 5 minutos e eu enchi a boca dela. Eu gozo muito. Eu enchi a boca dela total, ela abriu a porta e cuspiu.

Analisando, ela era muito thrash. Não era bonita, acima do peso, 20 reais, numa avenida. Mas fiquei com um PUTA tesão naquela vagabunda. Seria a primeira de muitas com ela.

Ela era tipo essa, só que mais negra e com os cabelos crespos.